A Ética de Deus
Deus é bom porque faz o bem ou o bem é bom porque é o que Deus faz?
Deus existe. E, já que ele existe, o que ele faria e o que não faria nesta ou naquela situação específica? Afinal, Deus deveria promover o bem-estar das pessoas? Por que o mal existe? Seria o mundo injusto e Deus, justo? A Ética de Deus – Normas da ação divina e o problema do mal examina a ética própria de Deus e como ela difere da ética humana. Mark C. Murphy desafia a nossa compreensão de Deus como um ser perfeitamente bom em termos morais ou como um ser perfeitamente amoroso, especialmente quando tentamos responder ao problema do mal. * * * * A Ética de Deus é altamente recomendado, e o leitor será desafiado a esclarecer e avaliar de maneira mais explícita a sua própria compreensão da ética de Deus. – Timothy D. Miller, Universidade Lee, Religious Studies Review Aguardo ansiosamente a discussão que A Ética de Deus vai promover. Acredito que uma exploração mais aprofundada da ideia da “ética própria de Deus” levará a ainda mais progresso em nossa compreensão do argumento do mal, e Murphy certamente nos ajudou nesse caminho. – Craig Duncan, Notre Dame Philosophical Reviews Pensar e refletir sobre Deus é uma atividade com valor intrínseco, não sendo a filosofia da religião e a teologia filosófica ferramentas exclusivamente apologéticas. Ainda que todo ser humano no universo fosse cristão firme e verdadeiro, ainda que não houvesse ceticismo, secularismo e tantas outras supostas ameaças à fé, ainda que vivêssemos em perfeita paz e harmonia – ainda assim refletir e pensar sobre Deus seria algo legítimo e precioso, uma atividade com valor e legitimidade próprios. A filosofia não é útil apenas como escudo para a fé, mas, como as artes, é preciosa e inevitável ao ser humano. Somos seres pensantes, e podemos pensar para a glória de Deus e amá-lo com todo o nosso entendimento. — Davi Bastos, editor da série Filosofia e Fé Cristã Dúvidas? Escreva para nós em loja@cristaosnaciencia.org.brCiência e Religião – São Compatíveis?
Discordâncias Religiosas
POLARIZAÇÃO, DISCORDÂNCIAS, DIVERGÊNCIAS E A PRETENSÃO DE SEPARAR O JOIO DO TRIGO
Como lidar com as influências e manter convicções religiosas sem deixar de considerar as crenças do outro? Como as diferenças e a multidão de opiniões sobre religião afetam as nossas convicções sobre a fé cristã? E o que podemos aprender com a ausência de consenso sobre questões religiosas? As minhas crenças baseiam-se apenas em fatores sociais e emocionais, que são totalmente independentes da verdade de tais crenças? Eu acreditaria no islamismo se tivesse nascido no Afeganistão? A atitude mais racional diante da pluralidade de crenças religiosas é tornar-me agnóstico? Enfim, em meio às discordâncias e à polarização, quem, entre todos os grupos, está certo? Se algum grupo estiver certo, como saber identificá-lo? São estas algumas das questões sobre as quais trata Discordâncias Religiosas — Como lidar com a pluralidade de crenças. A argumentação e a análise filosóficas podem oferecer contribuições específicas no espaço público quando ocorre discordância religiosa. Essas contribuições incluem os argumentos da filosofia da religião e a análise das discordâncias religiosas conduzida por epistemólogos sociais. Idealmente, a reflexão filosófica deve ir além de meras racionalizações posteriores das crenças que já possuímos; deve, de fato, aprimorar nossas crenças e a maneira como as formamos. Este livro examina diferentes formas de discordância (ou concordância) religiosa e o que podemos aprender com elas. Foi escrito em um espírito amplamente conciliacionista: parto da suposição de que discordâncias religiosas de fato contam como evidências de ordem superior em relação às crenças religiosas de alguém, e de que devem ter impacto sobre as nossas crenças. — Helen de Cruz- Décimo segundo e último volume da série Filosofia e Fé Cristã, publicado em parceria com a Associação Cristãos na Ciência.
Discurso Divino – Reflexões filosóficas sobre a tese de que Deus fala
Expiação – Culpa, Perdão e o Sacrifício de Cristo
Fé Ritualizada – Ensaios em filosofia da liturgia
Filosofia da Religião – Uma Introdução
Manual Oxford de Teologia Filosófica
Natureza Sanguinária: Deus e o problema do sofrimento animal
Oração de Petição: Uma investigação filosófica
A oração pode mudar a ação de Deus?
Tendo em vista o que sabemos sobre Deus, livre-arbítrio, sobre bem e mal, a oração faz sentido?
Aqueles que creem na existência de Deus sempre reconheceram limites lógicos e morais para a ação divina no mundo. No entanto, é inevitável perguntar: tais limites deixam algum espaço para que a oração de súplica faça diferença?
Oração de Petição – Uma investigação filosófica explora as questões filosóficas envolvidas na ideia de oração de petição, concebida como uma atividade destinada a influenciar a ação do Deus.
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Oração de Petição – Uma investigação filosófica é um excelente panorama do debate atual sobre as orações de petição. Ideal para cursos e alunos de graduação e de pós-graduação [em filosofia].
– Matthew Flummer, Porterville College
Scott Davison apresenta os desafios levantados pela oração de petição, bem como os argumentos a favor e contra, com especial destaque para as respostas com alguma plausibilidade no pano de fundo teísta.
– Stephen J. Wykstra, Calvin College
A maior contribuição de Oração de Petição – Uma investigação filosófica é mapear os principais argumentos contra e a favor da oração de petição presentes na literatura filosófica contemporânea, além de desenvolver novos argumentos que aprimoram a discussão. Uma leitura obrigatória para aqueles que querem refletir filosoficamente sobre este tema.
– Arthur Santos
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